sábado, 27 de abril de 2013


Atrações artísticas e culturais marcam inauguração da nova sede da Promotoria de Justiça de Jacaraú

Numa solenidade marcada por diversas atrações artísticas e culturais, prestigiada pela população e por autoridades de cinco cidades do Litoral Norte paraibano (Jacaraú, Pedro Régis, Currais de Cima, Lagoa de Dentro e Mamanguape), o procurador-geral de Justiça do Ministério Público da Paraíba (MPPB), Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, inaugurou no final da tarde desta quinta-feira (25) o novo prédio da Promotoria de Justiça de Jacaraú – Sede Promotor de Justiça Wandilson Lopes de Lima.
A sede própria, construída e inaugurada pela atual gestão do MPPB, fica localizada no Centro de Jacaraú, na Avenida Presidente João Pessoa (PB-071), ao lado do Fórum da cidade. Tendo à frente o promotor de Justiça Marinho Mendes Machado, a Promotoria de Jacaraú agora possui espaço (140 metros quadrados) para atendimento ao público, com um auditório, cartório, copa, recepção, banheiros e gabinete, além de área de estacionamento. A cidade de Jacaraú, com 14 mil habitantes, fica localizada a 96 quilômetros da capital, João Pessoa. O atual prefeito do município é João Ribeiro Filho (PMDB). A Promotoria também abrange os municípios de Pedro Régis, Currais de Cima e Lagoa de Dentro.
“A nova Promotoria oferece uma estrutura moderna para atender as necessidades da população. Ela também permitirá a agilização do trabalho, aproximar a população e, além disso, vai marcar a identidade do Ministério Público da Paraíba na região”, garantiu o promotor de Jacaraú, Marinho Mendes.
Na solenidade de inauguração, Wandilson Filho, em nome de familiares e amigos, discursou agradecendo a homenagem do Ministério Público à memória de seu pai, que colocou o nome do promotor de Justiça Wandilson Lopes de Lima no prédio da nova sede própria da Promotoria de Jacaraú. “Meu pai deixou um marco de amor, de honestidade e sinceridade. O homem público somente alcançará uma marca na história quando colocar o bem coletivo como prioridade. Esse era o meu pai: um homem de muitas leituras, temperamento forte e de alma elevada. Só temos a agradecer esta honrosa homenagem”, discursou Wandilson Filho.
Já o promotor de Justiça Marinho Mendes destacou: “O tratamento que o povo de Jacaraú dá a mim é uma demonstração de como esse povo se apossou do promotor de Justiça. (…) A Promotoria de Jacaraú é de todos nós. E o povo dessas quatro cidades aqui da região só têm a agradecer ao Ministério Público e à pessoa do procurador-geral de Justiça. Muito obrigado a todos e a Deus”.
O procurador-geral de Justiça, Oswaldo Trigueiro, lembrou de sua passagem pela Promotoria de Justiça de Jacaraú, durante seis anos, na década de 1990 e saudou a população da cidade. “O promotor de Justiça tem como maior missão as pessoas. E aqui em Jacaraú convivi bem com as pessoas. Fui muito bem tratado. (…) E a população merece este novo prédio da Promotoria”.
Participaram da inauguração o prefeito de Lagoa de Dentro, Fabiano Pedro (PSD); José Aurélio Ferreira, prefeito de Pedro Régis; desembargador José Aurélio da Cruz, representando o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ-PB); Luiz Vicente da Silva, presidente da Câmara de Pedro Régis; Judson Kildare, juiz da Comarca de Jacaraú; Antônio Sérgio Lopes, juiz da 13ª Vara Cível; Joana Batista, viúva do homenageado (Wandilson Lopes); Nadir Fernandes, prefeito de Curral de Cima; Maria Cristina e José Luiz da Silva Neto, ex-prefeitos de Jacaraú; e Lucinete Freire da Silva e Patrícia Maria de Almeida, vereadores de Lagoa de Dentro.
E mais: Antônio Miguel da Silva, Lúcio Carlos Gomes Anselmo e Ayrone de Arruda Silva, vereadores de Pedro Régis; capitão Alberto Filho, comandante da 2ª CPM de Mamanguape; Ana Jerônimo de Lima, diretora da Escola Estadual Senador Ruy Carneiro, de Jacaraú; padre Salvador, da Paróquia de Pedro Régis; padre José André, da Paróquia de Lagoa de Dentro; padre Adriano José, da Paróquia de Mamanguape; e todos os vereadores de Jacaraú.
Vários membros do Ministério Público da Paraíba também estiveram prestigiando o evento. Entre eles, a segunda-subprocuradora de Justiça Kátia Lucena; o secretário-geral da instituição, promotor de Justiça Francisco Lianza; o corregedor-geral do MPPB, Alcides Jansen; e os promotores de Justiça Ádrio Nobre, Adriana França.

sexta-feira, 26 de abril de 2013


  • Nota de repudio da Pastoral Carcerária‏



    A coordenação nacional da Pastoral Carcerária (PCr) torna público o repúdio às acusações de que Guiany Campos Coutinho, assessora nacional para a Questão de Saúde no Cárcere, teria coagido e constrangido uma interna da Penitenciária de Reeducação Feminina Maria Júlia Maranhão, em João Pessoa, capital da Paraíba, em visita que realizou junto a outros integrantes do Conselho da Comunidade de João Pessoa no dia 11 de março.
    A visita de inspeção do Conselho da Comunidade da Comarca de João Pessoa, naquela ocasião, estava sendo coordenada pelo Juiz da Vara de Execução Penal, Dr. Carlos Neves, que estava acompanhando de perto os conselheiros (as), o que legitimou a ação e confirmou as prerrogativas do referido Conselho da Comunidade, como está informado no relatório da inspeção da Penitenciária de Reeducação Feminina Maria Júlia Maranhão, de 11 de março de 2013.
    Como consta no relatório, a conselheira Guiany, de fato, foi informada que a já citada interna estava em uma cela de castigo (isolado) próxima à cela em que a detenta Adriana Paiva Rodrigues faleceu no dia 04 de março de 2013. Também recebeu a informação de que a interna estava recebendo tratamento privilegiado após a morte de Adriana. A própria presa confirmou que desde o episódio estava sendo bem tratada pela direção da penitenciária.
    Diante da incompatibilidade entre as acusações e os fatos, a Pastoral Carcerária reafirma plena confiança em Guiany Campos Coutinho, agente da Pastoral Carcerária na Paraíba há 21 anos, e tem plena convicção de que ela agiu eticamente quanto às técnicas de entrevista à detenta, atribuição assegurada aos membros do Conselho da Comunidade, conforme prescrevem a resolução n°10/2004, do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, e a Lei de Execução Penal.
    A Pastoral Carcerária ainda repudia a atitude do secretário estadual de Administração Penitenciária, Walber Virgolino Silva Ferreira, de divulgar acusações contra Guiany Campos Coutinho em outros órgãos e entidades antes mesmo que a conselheira fosse intimada a depor ou apresentar defesa.
    Por fim, como dentre os objetivos da Pastoral Carcerária está o acompanhamento às pessoas privadas de liberdade em todas as circunstâncias, verificando suas condições de vida e sobrevivência, priorizando a defesa intransigente da vida e a integridade física e moral, esperamos a devida, correta e isenta apuração da morte da detenta Adriana Paiva Rodrigues, assim como a responsabilização da direção da Unidade que a acolhia.
    COORDENAÇÃO NACIONAL DA PASTORAL CARCERÁRIA












Esdras Barbosa: campeão absoluto azul no Brasileiro vem da CheckMat Paraíba

Esdras Barbosa. Foto: Túlio Aurélio/ Divulgação
Aluno do faixa-preta Tarcísio Jardim, o jovem Esdras Barbosa (CheckMat), 23 anos, foi o melhor faixa-azul do Brasileiro de Jiu-Jitsu, em Barueri, São Paulo.
No primeiro dia do Brasileiro da CBJJ, ele foi o destaque ao finalizar sete das nove lutas que fez, contando o peso pesado e o aberto.
Atleta de João Pessoa, capital da Paraíba, Esdras definiu assim seu estilo, em papo com GRACIEMAG: “É prático e eficiente para minha faixa. Não dou margem para erros e isso é essencial em competições”. Conheça um pouco mais sobre o valente Esdras (o nome, em hebraico, significa “aquele que ajuda”).
GRACIEMAG: Qual a sensação de faturar dois ouros no Brasileiro?
ESDRAS BARBOSA: Gostei muito. Consegui encaixar meu jogo em todas as lutas e fazer o que vinha treinando todos os dias na academia. Para minha faixa, o meu jogo é prático e eficiente. Não dou margem para erros e isso é essencial em competição. Na academia fazemos e treinamos de tudo. Em competição a coisa é diferente.
Como foi a final dos pesados, contra Igor Corsino da Nova União?
Procurei usar logo minha guarda e dominar o adversário no meu ponto forte, a guarda 50/50. Consegui fazer isso rápido. Da guarda, comecei a trabalhar para finalizar, foi só questão de ajuste para sair com a vitória em pouco mais de um minuto de luta. Consegui finalizar na botinha (chave de pé).
E na final do aberto seu adversário acabou sendo desclassificado. Como foi?
O placar da luta estava 2 a 0 para mim, até que ele girou para o lado errado do joelho atacando meu pé e foi desclassificado. Ele tinha assistido a algumas lutas minhas antes e observou o meu jogo, e por ser muito grande conseguiu defender bem algumas posições minhas. Eu tentava atacá-lo, mas por ser muito comprido eu não conseguia amplitude suficiente para executar a posição. Até que percebi que ele iria girar para o lado errado na chave de pé. Só esperei ele fazer o movimento e o juiz parar o combate.
Qual foi seu maior aprendizado neste Brasileiro de Jiu-Jitsu?
Eu nem ia lutar o absoluto, mas meus professores, amigos e meu irmão colocaram pilha dizendo que eu já tinha cumprido a missão e o absoluto era hora de me divertir. Como meu professor Tarcísio sempre disse: “Acredite em você como eu acredito”. Senti então que estava no meu dia, tudo estava indo conforme os treinos e a estratégia. Sabia que iria até o fim seja lá contra quem fosse, e ninguém tiraria de mim esse título, pois treinei muito e abdiquei de várias coisas pra chegar até o topo.
Do que um faixa-azul precisa para ser campeão absoluto hoje em dia?
Acima de tudo calma, ter a cabeça no lugar e saber que o absoluto é “outra” competição, não interessa se o oponente do outro lado venceu a categoria antes. Você também deve procurar fazer o adversário cair no seu jogo e encarar cada luta como uma batalha a ser vencida, onde o objetivo final é ser campeão. Queria agradecer a meus professores Tarcísio Jardim e Nivaldo Oliveira, meus irmãos de treino, minha família e amigos, pois não tenho patrocínio e sem a ajuda deles eu não estaria vivendo esse momento.