sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013


Campanha Nacional de Carnaval de Proteção à Criança e ao Adolescente chega nesta sexta-feira (08), em Salvador

Data: 08/02/2013
A capital baiana recebe a partir desta sexta-feira (08) a 8ª edição da Campanha Nacional de Carnaval de Proteção à Criança e ao Adolescente. O objetivo é conscientizar a sociedade sobre a importância de proteger as crianças de todas as formas de violência. Organizada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), o lançamento nacional da campanha ocorreu no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (7), com a presença da ministra Maria do Rosário.     
Intitulada “Não desvie o olhar. Fique atento. Denuncie. Proteja nossas crianças e adolescentes da violência”, a campanha conta com filmes em televisão, spots de rádio e materiais impressos de divulgação. As peças destacam, sobretudo, a necessidade de proteção, chamando atenção para a importância de ficar atento às crianças e adolescentes, bem como têm um caráter educativo, explicando ao cidadão de que maneira eles pode denunciar atos de violência contra crianças e adolescentes: discando 100 ou procurando o Conselho Tutelar.
Em Salvador, a campanha estará presente nos principais pontos carnavalescos da cidade, com divulgação das peças da campanha em camarotes, delegacias e carros de som. Ao longo dos próximos meses a campanha abordará diversos temas relativos aos direitos fundamentais de meninas e meninos, focando na necessidade de proteção, uma prioridade absoluta e compartilhada entre a família, o Estado e a sociedade, conforme determina a Constituição Federal de 1988 e o Estatuto da Criança e do Adolescente.
Disque 100 – O Disque Direitos Humanos – Disque 100 é um serviço telefônico, coordenado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, que funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, inclusive domingos e feriados. A ligação é gratuita e pode ser feita de todo o território nacional. As denúncias de violações de Direitos Humanos acolhidas pelo Disque 100 são examinadas e posteriormente encaminhadas aos órgãos responsáveis pela proteção das vítimas e apuração da responsabilidade, considerando as especificidades de cada grupo atendido.
Panorama - Em 2012 foram registrados no Disque Direitos Humanos – Disque 100, 14.556 denúncias de violações de direitos humanos contra crianças e adolescentes no estado da Bahia, o que representa 11% do total de denúncias registradas no Brasil.
Das 14.556 denúncias registradas no estado, 31% dizem respeito à prática de violência sexual contra crianças e adolescentes, sendo que em 84% dos casos de violência sexual foi relatado o abuso sexual e em 20% a exploração sexual.
Os municípios com maior incidência de registro de denúncias dessa natureza são Salvador, Feira de Santana, Ilhéus, Itabuna, Camaçari.
 

olícia Civil não avança nas investigações e sumiço de Fernanda Éllen completa 30 dias


Polícia Civil não avança nas investigações e sumiço de Fernanda Éllen completa 30 dias
Familiares da adolescente Fernanda Éllen, 11 anos, desaparecida há 30 dias, continuam sem informações sobre o sumiço da garota que saiu de casa no dia 7 de janeiro desde ano, em direção a escola localizada no Bairro Alto do Mateus, mesma localidade em que a estudante reside com a família.

O Portal Correio conversou na noite desta quarta-feira (06), com a tia de Fernanda Éllen, Maria da Penha Chaves Cabral. Ela lamentou a ausência de informações do paradeiro da sobrinha e reiterou o momento de tristeza que passa a família. ”Até agora não temos novidades. A polícia disse que está investigando, mas não sabemos de nada. Continuamos sofrendo muito”.

A equipe de reportagem entrou em contato com o delegado Aldroville Grise, designado em caráter especial para acompanhar as investigações, no entanto, a autoridade policial não quis revelar o andamento do caso. A assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Estado também foi procurada, mas não atendeu as ligações.

Mesmo não havendo indícios de que Fernanda Éllen tenha sido assassinada, o titular da Secretaria de Segurança e da Defesa Social Cláudio Lima, cogitou no dia último dia 29, poderia não estar mais viva. “O tempo vai passando e, aos poucos, vamos perdendo as esperanças”, declarou o secretário. Pista descartada: Desde o início do trabalho, o indício que mais chamou atenção da polícia foi encontrado numa casa abandonada na Comunidade Jardim Mônica, no bairro Alto do Mateus: um colchão com manchas de sangue que poderia ser de Fernanda. Porém, após análise do DNA, foi comprovado que a amostra não pertencia à garota.

Desaparecimento: Fernanda Ellen desapareceu no dia 07 de janeiro, depois de ter ido à escola buscar as notas finais. Desde o primeiro momento, várias informações e pistas surgiram, mas nenhuma levou ao paradeiro da menina.


Leia mais: http://marifuxico.blogspot.com/search?updated-max=2013-02-07T06:48:00-08:00&max-results=15&start=30&by-date=false#ixzz2KM7CnDaE
Blog Mari Fuxico 

Ouvidora da PM revela que MPPB investiga enriquecimento ilícito de oficias


Declarações de Valdênia Lanfranch foram feitas durante entrevista a emissora de rádio da Capital

A ouvidora da Polícia Militar, Valdênia Lanfranch, revelou nesta quinta-feira (07), durante entrevista ao programa Correio Debate, da 98 FM de João Pessoa, que o Ministério Público Estadual (MPPB) está investigando o enriquecimento ilícito de oficiais na Paraíba.
A revelação da ouvidora ocorreu após intervenção de um ouvinte, que quis saber como estava as investigações do suposto enriquecimento de um grupo de policias do alto escalão da PM. Segundo Valdênia, existe sim policias com patrimônios incompatíveis com os seus salários.
“Se dois policias ganham um salário de R$ 10 mil, os filhos estudam no mesmo colégio, enfim, tem os mesmos gastos, mas um tem vários terrenos, mansões e anda em carro que não é uma Brasília tem algo errado. Volto a dizer que a Ouvidoria apenas escuta, recebe as denúncias, mas temos conhecimento destes casos e o Ministério Público tem agido com muita firmeza no controle das atividades policiais e pediu abertura de auditoria para pode investigá-los”, declarou.
Valdênia também admitiu que boa parte das investigações dos oficiais não são isentas, uma vez que são indicados policias, pelo comando da PM, para acompanhar as auditorias na Corregedoria. Ela ainda criticou a postura da Corregedoria que deixa “85% dos casos denunciados sem respostas”.
Da Redação
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